Curta Balada
O Brasil é o país da música eletrônica
O Brasil é o país da música eletrônica

Realmente o Brasil agora é mais do que nunca o país da música eletrônica, e já está mais que comprovado isso. Afinal, os grandes festivais de eletrônica do mundo – Creamfields, Ultra festival e por último Tomorrowland – começam cada vez mais buscarem território em terras tupiniquins. Mas eis que enquanto nós aqui (no Brasil) já éramos e somos “viciados” na cena eletrônica do mainstream mundial, eles – os gringos -, a pouco tempo descobriram a mina de ouro que somos.

E olha que em 2012, a Forbes publicou um artigo muito curioso, baseado numa pesquisa realizada pelo Rio Music Conference onde levantava-se os números milionários da cena brasileira. O título da matéria era: “Esqueça a bossa nova, o Brasil agora é o país da música eletrônica”. E bom, depois de dois anos, muitos artistas bem recebidos e ovacionados, festivais significativos, e claro muitos zeros à direita, acabamos chamando muita atenção.

E mais, o estudo divulgado naquela época mostrava – entre outros dados bem gordos – que o setor movimentou 515 milhões de dólares só na venda de ingressos no ano de 2011, e que era um aumento de 56,64% em relação ao ano anterior. Hoje, em pleno 2014 já são quase 40 milhões de brasileiros encantados por beats sintéticos. Ou seja, isso é bom demais!

Mas também que se dane todos esses números milionários, e o tal business em expansão, porque todo bom brasileiro que curte a cena EDM já estava a par de que merecíamos esse reconhecimento e ponto. Prova disso é a evolução da nossa própria cena com o surgimento de Tops DJs como Ftampa, Bruno Barudi e Marcelo CIC no ramo; como também a entrada de grandes clubes brasileiros como Green Valley, Sirena, Warung Beach Club e Miroir na lista dos melhores do mundo.

E claro, nossos próprios festivais – XXXperience, Dream Valley, Paradise Weekend e o próprio Rio Music Conference – que não deixam a desejar em nada – desde o line up com grandes nomes da cena internacional (Hardwell, Martin Garrix, Alesso e outros) até cenário e estrutura -, se tornando grandes fenômenos de sucesso, como os grandes festivais dos gringos. Ou seja, demoraram a descobrir que o Brasil sempre teve – e vai ter – carnaval e bossa nova, mas o que manda no país é a música eletrônica.

Via Phouse

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