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Henrique e Diego, do hit ‘Suíte 14’, negam rixas entre sertanejos
Henrique e Diego, do hit ‘Suíte 14’, negam rixas entre sertanejos

Com 13 anos na estrada, Henrique e Diego finalmente podem comemorar. O hit “Suíte 14” está entre os mais tocados nas rádios, a nova música “Senha de celular” também está estourada e eles chegam a fazer mais de 20 shows por mês. Em entrevista ao EGO, a dupla, que hoje é apontada como a nova queridinha do segmento sertanejo, falou sobre as famosas rixas entre os cantores do mesmo estilo e comemorou ter escapado da sina de duplas de uma única música de sucesso.
“Fala-se muito em briga entre sertanejos. O que as pessoas não sabem é que muitas vezes essas rixas não chegam nem ao conhecimento dos artistas, quando chegam é pela mídia. Às vezes, um produtor de uma dupla briga com o produtor da outra, só que ninguém fala isso, acham que a rixa é entre os cantores”, ressalta Henrique. “É comum os produtores brigarem por espaço dos seus artistas. Se um local tem dois shows no mesmo dia, a primeira dupla não pode de jeito nenhum atrasar. Mas as brigas são só essas, nada sério”, completa Diego, cortando a polêmica do assunto.
Os cantores contam que se sentem felizes em dividir o palco com outros sertanejos e que sabem reconhecer quando uma dupla está em um melhor momento, não havendo motivo para inveja ou confusões. “O melhor horário em um festival sertanejo, por exemplo, é sempre da dupla que está no auge. Isso é comum, sabemos respeitar e sabemos que fulano trabalhou para aquilo. Temos mais é que comemorar, hoje o sertanejo evoluiu para ser a verdadeira música popular brasileira”, comemora Henrique. “Por conta do sucesso dos antigos é que estamos hoje aqui”, lembra Diego.
Sertanejos são os mais ricos?
Vira e mexe se é especulado pela mídia os valores de cachês dos cantores sertanejos. Alguns ganham R$ 600 mil por show, outros passam de R$ 1 mi. A dupla Jorge e Mateus, por exemplo, é apontada como a que tem os cachês mais altos da música brasileira, seguidos por Wesley Safadão e a baiana Ivete Sangalo.
Questionados se os sertanejos são os mais ricos da música, Henrique e Diego se divertem com a pergunta, e explicam os altos valores dos cachês. “Acho que essas informações chegam um tanto distorcidas para a mídia, né? Ou então estamos fora dessa lista de ricos”, diverte-se Diego.
Henrique ressalta: “Os shows são caros mesmo, mas é preciso pensar que as apresentações sertanejas hoje são um grande espetáculo. Fogos, cenário, figurino, banda grande. Isso tudo tem custo. Gasta-se muito para levar um show para determinada cidade e isso justifica os altos cachês, não quer dizer que estamos ricos”.
‘Nossa música não é de sertanejo corno’
Ao justificar o sucesso do hit “Suíte 14”, Henrique e Diego destacam os diferenciais da canção e dizem fugir um pouco do que era apresentado recentemente pela música sertaneja.
“Vivíamos um cenário em que os hits todos falavam de sofrência, com letras de cornos e muita tristeza. A ‘Suíte 14’ trouxe uma pegada bem dançante, com a participação do Mc Guimê, e fala sobre sexo, champanhe e um casal feliz. Precisávamos disso, sabe?”, fala Henrique. “Já era o tempo de inovar e trazer algo diferente. Funcionou!”, completa Diego.
Os cantores confidenciam que foram julgados e que muitas pessoas apontavam que eles ficariam marcados apenas por esse único sucesso. Atualmente, com novas canções na boca do público, Henrique comemora: “Eu avisei todo mundo. De onde saiu a ‘Suíte 14’, tem muita coisa boa para sair. Já somos os mais tocados também com a ‘Senha de Celular’, o segredo é inovar”.
Agradecimento: as fotos e entrevista foram feitas na Pink Elephant, após o show dos artistas na casa. Avenida Armando Lombardi, 333 – Barra da Tijuca – (21) 3597-6000 | (21) 3596-0800.

fonte: Ego

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