Curta Balada
Cama Incendiada: leia entrevista e ouça o novo do Maná
Cama Incendiada: leia entrevista e ouça o novo do Maná

Por Leila Cobo

Uma entrevista exclusiva com os deuses do rock do México!

Cama Incendiada, o primeiro álbum do Maná em quase quatro anos, saiu ontem, 21/04, e, nas palavras do vocalista Fher Olvera, é “sexy, cool, profundo – muito profundo.”

Durante uma audição exclusiva com a banda em Miami, Olvera, o baterista Alex González, o guitarrista Sergio Vallin e baixista Juan Calleros disseram à Billboard tudo o que precisávamos saber sobre o processo criativo do novo trabalho.

Pela primeira vez vocês produziram o disco com alguém de fora da banda – George Noriega. Como isso aconteceu?

Fher Olvera: Nós nos conhecemos nas gravações de Amar es Combatir [disco do Maná de 2011], mas nós não trabalhamos juntos. Fomos para seu estúdio e percebi que ele era um cara legal e que conhecia muito bem a música latina e, mais ainda, o rock. Ele é um grande produtor e um bom amigo. É estranho porque nós sempre fomos muito fechados como banda, mas eu acho que foi uma boa coisa nos abrirmos. Você precisa de alguém que abra suas visões sobre a música que está fazendo.

Então como Noriega os convenceu a trabalhar com ele?

Olvera: justamente não tentando nos convencer. Começamos a trabalhar de maneira muito leve e começamos a nos divertir. Seu estúdio é muito longe daqui [Miami], mas eu sempre me senti feliz dirigindo até lá. Nós rimos o tempo todo, porque ele tem um bom senso de humor, como nós. Isso é o que você ouve no álbum.

O que há de diferente neste álbum?

Olvera: Pela primeira vez, incluímos somente duas baladas. Geralmente são quatro. E não é tão obscuro como alguns dos nossos outros trabalhos. É mais sexy e mais otimista.

Sergio Vallín: Este álbum seduz e faz dançar. Ele tem letras muito sensuais, é muito ousado, mas muito elegante.

O primeiro single, “Mi Verdad”, tem participação da Shakira. É uma música que você dedica a seu filho de 17 anos de idade, Dali, não é?

Olvera: Ela é uma grande cantora e eu acho que isso foi ótimo para ela, porque é um retorno às suas raízes. Ela nos disse, quando foi para o estúdio gravar, que não ia conseguir porque estava emocionada com a canção. Ela teve que voltar e passou dois dias inteiros conosco. E os resultados ficaram fantásticos. Eu acho que ela verdadeiramente se identificou com a música. Ela me disse que gostaria de ter escrito. Quando filmamos o clip em Barcelona ​​ela não conseguia cantar no primeiro take porque ela estava chorando.

“Cama Incendiada” é uma grande canção!

Olvera: A música é incrível. É retrô mas tem uma tonelada de elementos. E nós realmente queimamos uma cama durante a sessão de fotos para a capa.

Uma das minhas músicas favoritas é “La telaraña”…

Olvera: Faz uma analogia de uma mulher como uma dessas viúvas negras; elas comem seus companheiros depois da cópula. Mas o cara da canção é um pouco masoquista. Ele gosta dela.

Os ingressos para a turnê já estão à venda. Como será?

Gonzalez: Estamos começando nos Estados Unidos em junho. Depois vamos para o México, Espanha, América Central e América do Sul. Vai ser uma grande turnê!

Curta Balada
Quer anunciar em nosso website? mande e-mail para: contato@curtabalada.com.br